Como combinar a cozinha com a zona de refeição?

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Como combinar a cozinha com a zona de refeição?

Mariana Garcia—Homify Mariana Garcia—Homify
 Kitchen by Tikkanen arquitetura, Rustic
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Já lá vai o tempo em que, para cozinharmos e deliciarmos os nossos convidados com os nossos petiscos, tínhamos que optar entre tomar conta do refogado ou estar a conviver com as visitas. Mesmo no dia-a-dia, com o tempo sempre a correr, foram cada vez mais família que começaram a optar por partilhar o espaço de refeições com os fogões e os tachos, pois desta maneira (entre a pitada de sal para apurar o molho e a colocação da mesa para jantar), há um momento de convívio entre os vários elementos da família. Havendo espaço para criar uma área versátil assim, o melhor mesmo é tirar partido disto e explorar ao máximo as vantagens dos fundamentos da cozinha estilo americano: sentido prático, moderno e imprime sofisticação ao ambiente. Criada essencialmente para a mulher moderna que acumula as funções de profissional, dona de casa e mãe, é um estilo de cozinha que facilita a vida das família e que funciona muito bem quer em espaços amplos como em espaços mais reduzidos. Vamos então combinar isto tudo, de forma a ter uma divisão com classe?

Divisória de espaços

Muitas vezes, o espaço interno da casa é pequeno e sentimos necessidade de o aumentar para que o quotidiano seja vivido da melhor maneira possível. Assim sendo, no caso de ter uma varanda ou marquise, pode aproveitar este espaço externo para prolongar o interior da sua cozinha e fazer desta maneira uma pequena sala de refeições, quanto mais não seja para a vida diária da sua família. E nem precisa de deitar paredes abaixo, pelo contrário: ao aproveitar esta área exterior para a zona de refeições, pode manter as portas originais que davam para a varanda, fazendo com que exista uma barreira entre a área de confecção e a área de refeição. O que ganha com isto? Uma sala multiusos, que pode utilizar de forma versátil, sem que para isso tenha que estar a sentir o odor do guisado do almoço!

Pavimentos distintos

A primeira sugestão que lhe deixamos é olhar para o pavimento e perceber se há espaço no seu orçamento para fazer alterações no chão. Ainda que possa manter o mesmo material em toda a área, se quiser tornar a fronteira entre ambas as zonas mais distinta pense em colocar um piso anti-derrapante, de limpeza fácil e que não se danifique rapidamente com líquidos. Para que a manutenção da limpeza seja menos ingrata, procure um chão mesclado e não muito claro, ou correrá o risco de ter que estar sempre a limpar assim que caia alguma pinga de água no chão. No entanto, pode suprimir esta falha com a colocação de uma carpete que cumpra os requisitos anteriormente referidos. Para espaços pequenos, procure um pavimento menos padronizado para evitar a sensação de divisão cheia.

Mantenha o espaço limpo e minimize os odores

E por falar em cheiros, a nossa próxima dica prende-se exactamente com a higiene deste espaço. Uma vez que vai ser pau para toda a obra, é importante que não deixe acumular loiça suja ou restos de comida no caixote do lixo. Por outro lado, se ainda não é, terá que começar a ser mais regrado com a limpeza da sua cozinha, pois os cheiros que ficarem ali rapidamente passarão para o resto da divisão. Procure levantar a mesa sempre após todas as refeições, nomeadamente as principais (almoço e jantar) onde se suja mais loiça. Além disto, retire sempre os restos de comida dos pratos, lave de imediato a loiça—ou coloque-a pelo menos dentro da máquina de lavar—e passe um pano húmido na bancada da cozinha. O lixo deverá ser trocado pelo menos dia sim dia não ou sempre que sentir um odor mais desagradável.

O mesmo estilo em ambas as áreas?

O mais natural é que, havendo duas áreas contíguas, o estilo se mantenha. Por motivos práticos, por falta de criatividade ou por gosto pessoal, as linhas decorativas passam de um espaço para o outro, de maneira a que se fundam e não haja uma quebra na leitura de ambos. No entanto, se gosta de ir contra o normal e causar impacto, pode criar duas decorações distintas, uma para cada zona, vincando a fronteira entre elas. O que ganha com isso? A área útil que já existia, mas com a sensação de termos mais uma assoalhada—e não uma divisão ampla que alberga actividades distintas. Se é inexperiente neste aspecto, mas quer enveredar ainda assim por este caminho, sugerimos que procure uma decoração mais discreta para um dos espaços e recrie os traços do outro de forma mais personalizada ou trabalhada, porque combinar dois estilos distintos pode não ser tarefa fácil e o resultado pode ser frustrante e catastrófico!

Mobília com arrumação

Fugindo aos óbvios armários, a arrumação é uma chave importante nesta zona da casa. Entre loiças, talheres e mercearia, precisamos de ter tudo arrumado—principalmente se temos miúdos ou animais acrobatas. Portanto, não descurando esta parte, procure optimizar o espaço que tem, de maneira a ter área útil ao mesmo tempo que tem a certeza de ter sítio para todos os utensílios e alimentos. Se gosta de ilhas, o ideal é aproveitar o espaço inferior destas para fazer armários e prateleiras; se a zona da cozinha for pequena, tente rentabilizar ao máximo o espaço livre vertical (por cima da bancada, por exemplo); na sala, traga para o presente a mesa da sua avó com gavetas por baixo do tampo. Lembre-se: nichos para arrumar nunca são demais!

Iluminação

iluminação é outro aspecto muito importante. Se vamos ter, no mesmo espaço, duas zonas distintas, há que investir na iluminação e dedicar o mesmo a ambas—isto é, com certeza que precisará de um número superior de lâmpadas durante a preparação dos alimentos do que propriamente quando estiver sentado a almoçar ou a jantar, mas é preciso que ambas as zonas tenham a sua própria iluminação, com vista a não haver dificuldades na concretização das acções. Um candeeiro de tecto por cima da mesa de refeições é perfeito, enquanto que as bancadas, pela sua disposição, vão agradecer ter lâmpadas direccionadas para elas (por baixo dos armários superiores ou na parede).

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